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1. Sidney Sheldon e seus romances policiais + Se houver amanhã

Olá galera!
Hoje é quinta e quinta é dia de: postagem minha.
Como estou sem saber sobre o que falar, resolvi falar sobre o único (eu acho) escritor de romances policiais que eu gosto (como eu disse: eu acho, nunca tenho certeza...). Bom, já li cinco de seus inúmeros romances publicados e, como falarei tanto do próprio autor, como das suas obras, falarei primeiro sobre a sua biografia. E, como a Gabrielle fez a série dos livros indicados pela escola, farei minha série sobre os livros do Sidney Sheldon. Preparem-se para cinco postagens sobre livros dele!

Sidney Sheldon, nascido em 11 de fevereiro de 1917 em Chicago e falecido em 30 de janeiro de 2007 em Rancho Mirage, foi escritor e roteirista norte-americano e, inclusive, criador de um dos personagens mais fodas na minha humilde opinião. Publicou dezoito romances e todos alcançaram a lista de mais vendidos de acordo com o jornal The New York Times.
Dentre seus romances, cito alguns (os títulos em negrito foram os quais tive o prazer de ler):
O Céu Está Caindo (The Sky is Falling)
Se Houver Amanhã (If Tomorrow Comes)
Nada Dura Para Sempre (Nothing Lasts Forever)
Conte-me Seus Sonhos (Tell Me Your Dreams)
O Anjo Da Escuridão (Angel of the Dark)
Quem Tem Medo do Escuro? (Are You Afraid of the Dark?)
Entre muitos outros.

Geralmente os seus personagens principais eram mulheres, as quais personificava como heroínas (do crime?). Em uma entrevista para a Associated Press em 1982, Sheldon afirmou que gostava "de escrever sobre mulheres que são talentosas e capazes, mas o mais importante, mantêm sua feminilidade. As mulheres têm um poder tremendo - a sua feminilidade, porque os homens não podem fazer sem isso". Seus personagens masculinos, em sua maioria, eram malévolos e impiedosos (a exemplo do meu favorito que não é tão malévolo e impiedoso assim). Ele misturava bastante suspense e sensualidade. Os temas de seus romances sempre envolviam fama, fortuna, intriga, desaparecimento, assassinatos e vinganças. Ele comentou, também que tentava escrever seus livros "de uma maneira que os leitores não pudessem largá-lo. Construí-los de um jeito que o leitor termina um capítulo e tem que ler mais um". 
As descrições dos locais são tão reais, e hoje, descobri o motivo(!!!), todos os locais que ele descrevia como visitados pelos seus personagens ele, de fato, havia visitado; fazia isso porque dizia que não se podia enganar um leitor. Magnífico. 

Agora, vamos dividir o momento em cinco, onde falarei um pouco de cada livro.