Olaaaaá Galerinha, como estão? Como vão? Vocês sumiram hein? (Hihihi)
Gente, vim aqui pedir minhas sinceras e desavergonhadas desculpas. Sei que demos uma tremenda "mancada" com vocês, que deixamos o blog abandonado e que sumimos sem porque. De fato, abandonamos o blog mas não por qualquer razão... O fato de estarmos complematemente ocupadas dificulta a leitura de livros, o tempo de fazer as resenhas diminuiu significativamente. Apesar de amarmos demais isso aqui, estamos deixando de lado sim, por motivo de força maior. Mas não chore pessoal. Assim que tivermos tempo... Voltaremos. O blog não morreu. Ele só esta um tiquinho desatualizado. Esse espaço é muito importante. Tanto para a Eve quanto para mim.
Então é isso. Qualquer dia aparecerei novamente por aqui para causar novos reboliços. Espero que fiquem bem.
Beijos, Gabrielle.
Sobre sumiços (aparições) e atualizações
Olá gente!
Já começo pedindo imensas desculpas por ter sumido (última postagem em 7 de abril de 2014), admito a culpa no cartório pela "rejeição" (se eu não recordar a palavra certa daqui até o final do texto vai ficar isso mesmo) mas a vida tá difícil!
Começo atualizando que: estou de férias!!!!!!! (aviso quase quando as férias vão acabar, tsc tsc) e acabei de voltar de São Paulo (quem sabe posto algumas fotografias aqui) e enfim, tenho algumas novidades na bagagem.
Li o sensacional "Oceano no fim do caminho" do Neil Gaiman e, meu deus!!!, chorei horrores e pretendo reler em breve (curtinho).Talvez faça um vídeo ou um textinho sobre ele - vamos ver o que o tempo permite rs. Estou lendo "Pilares da Terra", "A fúria dos reis", relendo "O amante" e terminando de ler "Até mais e obrigado pelos peixes" (quarto volume da trilogia de cinco do Douglas Adams "Guia do mochileiro das galáxias) e confesso que é fraquinho esse volume - que o quinto seja incrível, amém. Dentre as minhas leituras incluem outras ainda não concluídas que inciei ano passado e etc, mas... calma gafanhoto, tia Eve em breve terminará os livros e fará algo sobre eles aqui.
Bom, o intuito desse post foi apenas pra atualizar e deixar claro que não, não morremos, só estamos realmente sem tempo (é, desconsiderem o fato de estarmos de férias e viajando[?]) para fazer o essencial que é ler e também um tanto desmotivadas a vir escrever algo - nada pessoal.
Acho que promessas como "em breve teremos resenhas/vídeos/postagens" é um pouco vaga, prefiro não fazer, mas tentarei sempre dar uma passadinha por aqui para atualizar o blog (e deixarei alguns posts programados o/) e falar pelos cotovelos.
Enfim, é isso.
Cheiro e até a próxima
Já começo pedindo imensas desculpas por ter sumido (última postagem em 7 de abril de 2014), admito a culpa no cartório pela "rejeição" (se eu não recordar a palavra certa daqui até o final do texto vai ficar isso mesmo) mas a vida tá difícil!
Começo atualizando que: estou de férias!!!!!!! (aviso quase quando as férias vão acabar, tsc tsc) e acabei de voltar de São Paulo (quem sabe posto algumas fotografias aqui) e enfim, tenho algumas novidades na bagagem.
Li o sensacional "Oceano no fim do caminho" do Neil Gaiman e, meu deus!!!, chorei horrores e pretendo reler em breve (curtinho).Talvez faça um vídeo ou um textinho sobre ele - vamos ver o que o tempo permite rs. Estou lendo "Pilares da Terra", "A fúria dos reis", relendo "O amante" e terminando de ler "Até mais e obrigado pelos peixes" (quarto volume da trilogia de cinco do Douglas Adams "Guia do mochileiro das galáxias) e confesso que é fraquinho esse volume - que o quinto seja incrível, amém. Dentre as minhas leituras incluem outras ainda não concluídas que inciei ano passado e etc, mas... calma gafanhoto, tia Eve em breve terminará os livros e fará algo sobre eles aqui.
Bom, o intuito desse post foi apenas pra atualizar e deixar claro que não, não morremos, só estamos realmente sem tempo (é, desconsiderem o fato de estarmos de férias e viajando[?]) para fazer o essencial que é ler e também um tanto desmotivadas a vir escrever algo - nada pessoal.
Acho que promessas como "em breve teremos resenhas/vídeos/postagens" é um pouco vaga, prefiro não fazer, mas tentarei sempre dar uma passadinha por aqui para atualizar o blog (e deixarei alguns posts programados o/) e falar pelos cotovelos.
Enfim, é isso.
Cheiro e até a próxima
O conto d'A Menina dos Fósforos - Hans Christian Andersen
Olá galera, sei que estou sumida, mas em breve ou retornarei com força total ou abandonarei de vez.
Bom, hoje (dia 7 de abril) pela manhã, recebi de presente a leitura de um conto tristíssimo; não pude deixar de compartilhá-lo por pura maldade (hahahah). Apesar de deveras triste, é igualmente bonito e então segue aí o conto.
Fazia tanto frio! A neve não parava de cair no leste europeu, e a gélida noite aproximava-se. Aquela era a última noite de dezembro, véspera do dia de Ano Novo. Perdida no meio do frio intenso e da escuridão uma pobre menina seguia pela rua afora, a cabeça descoberta e os pés descalços. É certo que ao sair de casa trazia um par de chinelos, mas estes não duraram muito tempo, porque eram uns chinelos que já tinham pertencido à mãe, e ficavam-lhe tão grandes, pesados e encharcados de neve que a menina os perdeu quando teve de atravessar a rua, correndo, para fugir de um bonde. Um dos chinelos desapareceu no meio da neve, e o outro foi apanhado por um garoto que o levou, pensando fazer dele um berço para a irmã mais nova brincar.
Por isso, a menina seguia com os pés descalços e já roxos de frio; levava no bolso dianteiro do avental uma quantidade de fósforos, e estendia um maço deles a todos que passavam, oferecendo: — Quer comprar fósforos bons e baratos? — Mas o dia lhe tinha sido adverso. Ninguém comprara os fósforos, e, portanto, ela ainda não conseguira ganhar um tostão sequer. Sentia fome e frio, e estava com a cara pálida e as faces encovadas. Pobre criança! Os flocos de neve caíam-lhe sobre os cabelos compridos e loiros, que se encaracolavam graciosamente em volta do pescoço magrinho; mas ela nem pensava nos seus cabelos encaracolados. Através das janelas, as luzes vivas e o cheiro delicioso da carne assada chegavam à rua, porque era véspera de Ano Novo. Nisso, sim, é que ela pensava, o que lhe enchia de água a boca. Sentou-se no chão e encolheu-se no canto de uma varanda. Sentia cada vez mais frio, mas não tinha coragem de voltar para casa, porque não vendera um único maço de fósforos, e não podia apresentar nem uma moeda; e o padrasto, malvado, seria capaz de lhe bater. E afinal, em casa também não havia calor. A família morava numa meia-água, um barraco, e o vento metia-se pelos buracos das telhas, apesar de terem tapado com farrapos e palha as fendas maiores. Tinha as mãos quase paralisadas com o frio. Ah, como o calorzinho de um fósforo aceso lhe faria bem! Se tirasse um, um só palito, do maço, e o acendesse na parede para aquecer os dedos...! Pegou num fósforo e: Fcht!, a chama espirrou e o fósforo começou a queimar ! Parecia a chama quente e viva de uma vela, quando a menina a tapou com a mão.Mas, que luz era aquela? A menina imaginou que estava sentada em frente de uma lareira cheia de ferros rendilhados, com um guarda-fogo de cobre reluzente. O lume ardia com uma chama tão intensa, e dava um calor tão bom...! Mas, o que se passava? A menina estendia já os pés para se aquecer, quando a chama se apagou e a lareira desapareceu. E viu que estava sentada sobre a neve, com a ponta do fósforo queimado na mão.
Riscou outro fósforo, que se acendeu e brilhou, e o lugar em que a luz batia na parede tornou-se transparente como vidro. E a menina viu o interior de uma sala de jantar onde a mesa estava coberta por uma toalha branca, resplandescente de louças delicadas, e mesmo no meio da mesa havia um ganso assado, com recheio de ameixas e puré de batatas, que fumegava, espalhando um cheiro apetitoso. Mas, que surpresa e que alegria! De repente, o ganso saltou da travessa e rolou para o chão, com o garfo e a faca espetados nas costas, até junto da menina. O fósforo apagou-se, e a pobre menina só viu na sua frente a parede negra e fria.
Acendeu um terceiro fósforo. Imediatamente se viu ajoelhada debaixo de uma enorme árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que outra que tinha visto no último Natal, através da porta envidraçada, em casa de um rico comerciante. Milhares de velinhas ardiam nos ramos verdes, e figuras de todas as cores, como as que enfeitam as vitrines das lojas, pareciam sorrir para ela. A menina levantou ambas as mãos para a árvore, mas o fósforo apagou-se, e todas as velas de Natal começaram a subir, a subir, e ela percebeu então que eram apenas as estrelas a brilhar no céu. Uma estrela maior do que as outras desceu em direção à terra, deixando atrás de si um comprido rastro de luz.
«Foi alguém que morreu», pensou para consigo a menina; porque a avó, a única pessoa que tinha sido boa para ela, mas que já não era viva, dizia-lhe à vezes: «Quando vires uma estrela cadente, um meteorito, é uma alma que vai a caminho do céu.»
Esfregou ainda mais outro fósforo na parede: fez-se uma grande luz, e no meio apareceu a avó, de pé, com uma expressão muito suave, cheia de felicidade!
— Avó! — gritou a menina — leva-me contigo! Quando este fósforo se apagar, eu sei que já não estarás aqui. Vais desaparecer como a lareira, como o ganso assado, e como a árvore de Natal, tão linda. Riscou imediatamente o punhado de fósforos que restava daquele maço, porque queria que a avó continuasse junto dela, e os fósforos espalharam em redor uma luz tão brilhante como se fosse dia. Nunca a avó lhe parecera tão alta nem tão bonita. Tomou a neta nos braços e, soltando os pés da terra, no meio daquele resplendor, voaram ambas tão alto, tão alto, que já não podiam sentir frio, nem fome, nem desgostos, porque tinham chegado ao reino de Deus.Mas ali, naquele canto, junto do portal, quando rompeu a manhã gelada, estava caída uma menina, com as faces roxas, um sorriso nos lábios… morta de frio, na última noite do ano. O dia de Ano Novo nasceu, indiferente ao pequenino cadáver, que ainda tinha no regaço um punhado de fósforos. — Coitadinha, parece que tentou aquecer-se! — exclamou alguém. Mas nunca ninguém soube quantas coisas lindas a menina viu à luz dos fósforos, nem o brilho com que entrou, na companhia da avó, no Ano Novo.
Resenha cinematográfica: O fabuloso destino de Amélie Poulain
Olá minha gente, antes de qualquer coisa quero pedir minhas desculpas esfarrapadas...
Meu computador está uma meeeeeeeeleca (para não falar coisa pior), lentíssimo e eu sinceramente estou sem saco pra ficar 4 horas em frente de um computador só para abrir a aba do Mozila... Sem contar que estou estudando para o vestibular (sim, eu passei em um e vou cursar, mas quero passar no da minha cidade), então é isso galera, espero que me perdoem una vez mais.
Hoje teremos uma resenha cinematográfica de um filme muitooo bacana que assisti já tem um tempinho e que fiquei apaixonada!
Meu computador está uma meeeeeeeeleca (para não falar coisa pior), lentíssimo e eu sinceramente estou sem saco pra ficar 4 horas em frente de um computador só para abrir a aba do Mozila... Sem contar que estou estudando para o vestibular (sim, eu passei em um e vou cursar, mas quero passar no da minha cidade), então é isso galera, espero que me perdoem una vez mais.
Hoje teremos uma resenha cinematográfica de um filme muitooo bacana que assisti já tem um tempinho e que fiquei apaixonada!
Sobre Eles: Cecília Meireles.
Olá meu povo, como vão todos? Eu vou muito bem obrigada por perguntar.
Hoje falaremos sobre a linda Cecília Meireles, já leram sobre ela? Já leram algo dela? Nunca ouviram falar? Saberemos hoje quase tudo a respeito.
Basta continuar a ler!
Sobre eles: Sylvia Plath
Depois de um hiatus bacana desde a minha última postagem, venho com o óleo de peroba passado na cara, falar sobre essa autora que me ganhou no seu poema Lesbos (obrigada Sophia) e depois, com The Bell Jar, conseguiu me ter pra sempre.
Antes de tudo, lembro-lhes que não sou uma leitora assídua da autora, pretendo ler o quanto puder os seus poemas, pretendo ter todas as suas obras para mim porque a sua escrita é magnífica.
Sylvia Plath foi uma poetisa, romancista e contista nascida em Massachusetts, nos EUA, em outubro de 1932, e falecida em Londres, em fevereiro de 1963. Sylvia, desde jovem, viveu diante de turbulências e provações psicológicas. Perdeu o pai, Otto Plath, uma semana antes de completar oito anos, devido a complicações seguidas à amputação de uma das pernas, em decorrência de diabetes. Sobre o pai, ela escreveu, mais de 20 anos depois, o poema Daddy.
Antes de tudo, lembro-lhes que não sou uma leitora assídua da autora, pretendo ler o quanto puder os seus poemas, pretendo ter todas as suas obras para mim porque a sua escrita é magnífica.
Sylvia Plath foi uma poetisa, romancista e contista nascida em Massachusetts, nos EUA, em outubro de 1932, e falecida em Londres, em fevereiro de 1963. Sylvia, desde jovem, viveu diante de turbulências e provações psicológicas. Perdeu o pai, Otto Plath, uma semana antes de completar oito anos, devido a complicações seguidas à amputação de uma das pernas, em decorrência de diabetes. Sobre o pai, ela escreveu, mais de 20 anos depois, o poema Daddy.
Casou-se com um poeta Ted Hughes, e decidiu esconder-se à sombra do marido e ajudá-lo em sua produção literária. Sua relação, inicialmente era um mar de rosas de amor intenso e visceral, porém Hughes não contente passou a trair Plath, o que gerou mais transtornos para a escritora. Os dois tiveram dois filhos, Frieda e o Nicholas que, no ano de seu suicídio tinham três e um ano de idade.
Depois de muitas tentativas frustradas de suicídio (como quando tomou uma overdose de narcóticos e entre outras não divulgadas), Plath vedou a porta do quarto dos filhos e lhes deixou comida, abriu a janela e então tomou alguns narcóticos e deitou sua cabeça no forno com o gás ligado. Seu corpo só foi encontrado no dia seguinte pela enfermeira que havia contratado.
Todo dia é dia!
Gostaria de parabenizar a todas as mulheres que estão dando a cara à tapa o tempo inteiro para nos fazer ter mais direitos. Gostaria de agradecer a todas as outras que lutaram bravamente por tudo o que temos hoje. E gostaria de mostrar que não somos mulheres apenas no dia 8 de março.
Hoje não é o único dia em que devemos ser bem tratadas. Do que adianta nos mandar felicitações e dia 9 de março nos estuprarem? Do que adianta nos exaltar e no dia 9 de março nos agredirem nas ruas com palavras chulas, com supostos "elogios" e até mesmo fisicamente - em casa ou nas ruas -? Do que adianta nos elogiar pela força se nos tratam como meros pedaços de carne em exposição?
Somos mulheres, seres humanos. Não importa se somos "vulgares", leitoras, quietas, "assanhadas", ainda assim somos mulheres! Temos direito do nosso corpo, de não querermos ser violadas, de querermos transar com quem quisermos; afinal, somos donas dos nossos corpos.
Queremos poder sair nas ruas todos os dias e não termos de ouvir um "gostosa", "queria ver você na minha cama" e tantas outras palavras que nos assustam e nos fazem querer voltar, porque fazem! Queremos poder andar de roupas curtas, de roupas longas e nada disso justificar um estupro ou uma agressão. Queremos poder voltar a hora que quisermos, sair a hora que quisermos e ficar com quem quisermos. É nosso corpo, nosso direito! Não queremos uma reputação à zelar. Não queremos ter que nos prender em casa para que não soframos algo nas ruas.
Somos mulheres todos os dias do ano e, me perdoem, não me desejem felicitações hoje ou lembrem que sou mulher apenas no dia 8 de março. Eu quero que você, homem, mãe que pratica machismo e todas as pessoas que ainda não se tocaram que somos livres!, tenham um momento de epifania e respeitem a todas nós, as "putas", as "santinhas", as "ninfetas", porque todas nós somos mulheres.
Mulher não nasceu para se dar ao respeito, nasceu para se dar liberdade.
Essas são minhas palavras para hoje.
Um cheiro,
Evellin Oliveira.
Nossas escolas: Barroco
Ola gente boa, dando continuidade à nossa chuva de conhecimento, hoje iremos aprender um pouco mais ou quem sabe relembrar (para os que já sabem) ou melhor, ler de novo, para aqueles que como eu adoooram o barroco.
Vamos lá?
Como vocês já devem imaginar, não vou retratar aqui as obras artísticas, porque dessas eu não sei falar muito bem e fugiria um pouco da proposta, falarei apenas sobre as obras literárias, ok?
Nova parceria!
Olá gente! Essa é uma publicação especial, vamos dar início a um grande projeto nosso (meu e da Eve) que é: a parceria com novos escritores, como vocês sabem a Eve escreve e pensamos: porque não publicar textos das outras pessoas também? Se estiver interessado, mande um email pra gente com o seu texto! Vamos adorar ler.
E para abrir essa parceria, vamos apresentar o Arthur!
Resenha Série Hush Hush: Sussurro
Olá minha gente! Eu pensei muito a respeito dessa série, se eu fazia vídeo ou resenha escrita. Resolvi que, como eu estou sem tempo e vídeo demora demais.... para eu editar (porque eu sou uma poia nisso) resolvi fazer escrita mesmo e dividi-la em 4 para não ficar grande demais...
Ok?
Outra coisa, eu demorei muito pra fazer essa resenha, porque? Não sei. Já é a segunda vez que a leio e sim, deveria ter feito essa resenha a muito tempo, mas não fiz. Então vou fazer agora!
Como vocês já sabem eu amooooooo anjos e acredito de verdade que eles existam, assim como anjos caídos, neflins e vassalos, então essa resenha vai ser muito legal para mim e espero que para vocês também!.
Let's GOO!
Ok?
Outra coisa, eu demorei muito pra fazer essa resenha, porque? Não sei. Já é a segunda vez que a leio e sim, deveria ter feito essa resenha a muito tempo, mas não fiz. Então vou fazer agora!
Como vocês já sabem eu amooooooo anjos e acredito de verdade que eles existam, assim como anjos caídos, neflins e vassalos, então essa resenha vai ser muito legal para mim e espero que para vocês também!.
Let's GOO!
Título: Sussurro
Editora: Intrínseca
Ano de lançamento: 2010
Autora: Becca Fitzpatrick
Núm. de páginas: 260
Tag: Doenças Literárias.
Espero que gostem.
Vlog: Vídeo sobre as novidades.
Oláaa pessoal!!! Voltamos com o vlog e hoje o vídeo não tem nada a ver com resenhas ou livros, é um vídeo explicativo para vocês ficarem "por dentro" do que está "rolando" com as nossas vidas.
Dê uma checada!!
Aguarde....
(...) Ela levou um livro sobre a famosa arquitetura clássica, escrito em grego antigo, para ler quando estivesse entediada (...)Será que vocês acertam qual será o próximo livro a ser resenhado?
O morro dos ventos uivantes; Emily Brontë
Olá pessoal.
Venho hoje não só para repetir o que há muito vem sendo dito por mim: que estou sem tempo e etc...; quero aproveitar para falar de um dos livros que eu mais amei nessa minha vida (e amo, claro).
Tentarei postar sobre livros que li em outros tempos, para não deixar o blog parado. Estou terminando algumas leituras e, em breve, teremos algumas novidades também (uma das novidades me fez ficar deveras triste essa semana; entrei no blog e percebi que plagiaram nossa ideia, mas vamos deixar isso pra lá, não é mesmo? Em breve vocês terão um vídeo explicando as novidades que vem por aí ;)
Vamos tirar um tempo para falar d'O morro dos ventos uivantes?
Toda a história, com poucas exceções, é contada pela testemunha ocular de todos os acontecimentos, uma governanta chamada Ellen Dean, ao locatário da propriedade "Granja", em Gimmerton, Yorkshire, Inglaterra, enquanto este se encontrava adoentado.
No início da trama, o patriarca da família Earnshaw resolve fazer uma viagem e traz consigo um pequeno órfão, que todos acham ser um cigano, porém sua procedência não é revelada em hora alguma da narrativa, ao qual denominam Heathcliff. Toda a afeição que o pai logo demonstra pelo menino enciuma seu filho legítimo, Hindley, que acha que está perdendo a afeição do pai para o menino.
Com a morte do senhor e senhora Earnshaw, Hindley passa a ser "dono" das terras e, assim, submete Heathcliff a várias atividades humilhantes, transformando o menino em uma pessoa melacólica...
(Fonte: Wikipédia, por motivos de: a sinopse do Skoob era deprimente.)
Venho hoje não só para repetir o que há muito vem sendo dito por mim: que estou sem tempo e etc...; quero aproveitar para falar de um dos livros que eu mais amei nessa minha vida (e amo, claro).
Tentarei postar sobre livros que li em outros tempos, para não deixar o blog parado. Estou terminando algumas leituras e, em breve, teremos algumas novidades também (uma das novidades me fez ficar deveras triste essa semana; entrei no blog e percebi que plagiaram nossa ideia, mas vamos deixar isso pra lá, não é mesmo? Em breve vocês terão um vídeo explicando as novidades que vem por aí ;)
Vamos tirar um tempo para falar d'O morro dos ventos uivantes?
Toda a história, com poucas exceções, é contada pela testemunha ocular de todos os acontecimentos, uma governanta chamada Ellen Dean, ao locatário da propriedade "Granja", em Gimmerton, Yorkshire, Inglaterra, enquanto este se encontrava adoentado.
No início da trama, o patriarca da família Earnshaw resolve fazer uma viagem e traz consigo um pequeno órfão, que todos acham ser um cigano, porém sua procedência não é revelada em hora alguma da narrativa, ao qual denominam Heathcliff. Toda a afeição que o pai logo demonstra pelo menino enciuma seu filho legítimo, Hindley, que acha que está perdendo a afeição do pai para o menino.
Com a morte do senhor e senhora Earnshaw, Hindley passa a ser "dono" das terras e, assim, submete Heathcliff a várias atividades humilhantes, transformando o menino em uma pessoa melacólica...
(Fonte: Wikipédia, por motivos de: a sinopse do Skoob era deprimente.)
Aguardem...
- Minha querida -respondeuAslammuito docemente-, você e seu irmão não voltarão mais aNárnia. (...)
Será que adivinham qual livro estou terminando?
(Texto) A Loucura; Evellin Oliveira.
Galera, resolvi hoje atualizar o blog com um texto meu. Espero que gostem.
Boa leitura ;)
Boa leitura ;)
Margô não é ninguém, mas todos os dias dorme de costas para a parede e sempre olhando para a porta - esperando, num surto frequente (quase um TOC ou um costume) que algo invada e faça com que enlouqueça completamente.
Ela não sente as dores de cabeça da maneira que deveria. Se paralisa sempre que sente que as coisas estão tomando o rumo que não esperava.
Margô tem medo da realidade, por isso sempre inventa histórias que se passam em realidades paralelas ou em planetas diferentes. Tem medo da morte e acha a vida um desperdício - uma maneira de alguém se distrair. Já cogitou a ideia de que vive em um vídeo game; Margô tem medo do escuro e sempre que sai à noite, evita ruas com pouca iluminação. Ela queria sumir as vezes, só para sair da rotina de estar sempre presente, sempre respondendo àquelas pessoas que quase nunca tem tempo para ouvir suas baboseiras.
A chuva poderia salvá-la, mas ela tem medo da gripe - baixa imunidade.
Margô tem medo de fins, tem medo das cláusulas que não pode ler; tem medo das letras miúdas que aparecem sempre que ela aparece; periga nunca ser tudo o que esperam ou ser demais. Chora todas as noites por todas as coisas que viu, ouviu, falou, cantou, calou... escreve freneticamente quando tem medo de que a vida sugue sua alma e que jamais seja lembrada. Queria imprimir sua marca em alguma rodovia maluca, em algum teletransporte para poder avisar à gerações futuras de que no passado ela existiu e que foi real - ou para descobrir que realmente vivia em um vídeo game mas encararam isso de maneira natural e quase que bem vinda.
Ela tem medo das coisas que podem estar ocultas nos cabeças, nas palavras, nos gestos. Distrai-se quase que majestosamente. Ela tem medo de si. Do espelho. Da pessoa que mora naquela outra realidade; ela sabe que as pessoas do espelho existem e riem dela sempre que a veem sair com um sorriso cabisbaixo de quem não quer mais nada da vida. Ela nunca tem pra onde correr no final do dia.
Não tem escolha.
Queria salvar a humanidade.
Se afogou antes de saber quem era quem. Esqueceu de perguntar à outra face do espelho quem realmente era ela.
Não imprimiu marca indelével em lugar algum. Só em si mesma.
Evellin Oliveira, 8 de Janeiro de 2013
Às 02:23 am
Um ato de "corujismo"
Bom gente, em primeiro lugar queria pedir desculpas pela escassez de postagens; já disse em algum post meu que estamos cuidado do nosso futuro (eu no técnico e a Gabi vocês já saberão) e estamos sem tempo até de fazer o essencial: ler.
Queria dedicar esse post a nossa querida Gabrielle Casaes que passou no curso que queria, na faculdade que queria!!!!!!!!!!!!, e aproveitar para desejar toda a luz nesse novo caminho dela.
Aproveito também para parabenizar os leitores do blog que também ficaram nessa angústia de resultados do SiSU e etc e passaram; aos que não passaram (como a minha pessoa), desejo paciência e muita força de vontade para que possam estudar muito. Não é o fim do mundo.
Abraços,
Evellin Oliveira
PS: Em breve teremos postagens, calma gafanhotos. Só aviso que agora ficará muito mais complicado.
Queria dedicar esse post a nossa querida Gabrielle Casaes que passou no curso que queria, na faculdade que queria!!!!!!!!!!!!, e aproveitar para desejar toda a luz nesse novo caminho dela.
Aproveito também para parabenizar os leitores do blog que também ficaram nessa angústia de resultados do SiSU e etc e passaram; aos que não passaram (como a minha pessoa), desejo paciência e muita força de vontade para que possam estudar muito. Não é o fim do mundo.
Abraços,
Evellin Oliveira
PS: Em breve teremos postagens, calma gafanhotos. Só aviso que agora ficará muito mais complicado.
Nossas escolas: Quinhentismo.
Olá pessoaaaal, depois um terrível tempo sem escrever para vocês, voltei e com tudo!!!
O blog vai abrir um espaço maior a partir de agora... Vamos falar sobre autores (mais detalhadamente sobre os autores) e escolas literárias. Não é legal? Afinal, ler sem entender o que o autor quer nos falar é meio complicado não é? Por isso, vamos falar um pouco sobre essas escolas, o contexto histórico em que elas surgiram e qual seus objetivos. Assim, entenderemos o porque daquela obra retratar aquele tipo de assunto ou o porque daquela critica social. Vamos entender como era a sociedade daquele tempo e o que o autor queria falar à mesma por meio da escrita.
VAMOS LÁ?
Hoje vou falar sobre: Quinhentismo. Já ouviu falar?
O blog vai abrir um espaço maior a partir de agora... Vamos falar sobre autores (mais detalhadamente sobre os autores) e escolas literárias. Não é legal? Afinal, ler sem entender o que o autor quer nos falar é meio complicado não é? Por isso, vamos falar um pouco sobre essas escolas, o contexto histórico em que elas surgiram e qual seus objetivos. Assim, entenderemos o porque daquela obra retratar aquele tipo de assunto ou o porque daquela critica social. Vamos entender como era a sociedade daquele tempo e o que o autor queria falar à mesma por meio da escrita.
VAMOS LÁ?
Hoje vou falar sobre: Quinhentismo. Já ouviu falar?
Sobre eles: Clarice Lispector
Há tempos queria iniciar esse novo momento no blog e, agora em 2014 sei que terei tempo (ou pelo menos acho que terei).
Ainda não faço ideia de como serão essas postagens, se serão semanais, quinzenais ou mensais - em breve faremos um post de caráter informativo sobre como serão as postagens desse ano, toda a programação direitinho (exceto sobre livros porque somos pré-vestibulandas e eu iniciei meu técnico esse ano. Calma gafanhoto).
Para começar, fiquei incitada a falar sobre a Rowling que, se você leu dos primeiros posts até aqui, sabe que tenho uma relação de grande amor com a escritora que preencheu a minha infância de fantasia e me carregou para o mundo da leitura. Porém, usando o meu lado mais racional, percebi que falar da Clarice Lispector seria uma maneira muito mais "wow" de iniciar. Então, vamos começar a discorrer sobre a vida dessa grande mulher!
Ainda não faço ideia de como serão essas postagens, se serão semanais, quinzenais ou mensais - em breve faremos um post de caráter informativo sobre como serão as postagens desse ano, toda a programação direitinho (exceto sobre livros porque somos pré-vestibulandas e eu iniciei meu técnico esse ano. Calma gafanhoto).
Para começar, fiquei incitada a falar sobre a Rowling que, se você leu dos primeiros posts até aqui, sabe que tenho uma relação de grande amor com a escritora que preencheu a minha infância de fantasia e me carregou para o mundo da leitura. Porém, usando o meu lado mais racional, percebi que falar da Clarice Lispector seria uma maneira muito mais "wow" de iniciar. Então, vamos começar a discorrer sobre a vida dessa grande mulher!
Educação é que nem água, vital!
Olá gente, viemos até aqui pra desabafar com vocês, não será uma resenha nem aviso, nem nada desse tipo, viemos para mostrar uma coisa.
Gabi: "Dê poder a uma pessoa e descubra quem ela é realmente"; Recebi essa mensagem hoje após enviar um recado de divulgação. É chato receber milhares desses recados? Para algumas pessoas, sim; eu particularmente gosto de conhecer blogs novos e não condeno as pessoas por fazerem essas divulgações, é super comum já que existem uma gama enorme de blogs por aí e acho que uma pessoa tem o direito de divulgar seu trabalho. Só acho que ninguém tem o direito de ser grosso e arrogante com outra pessoa só porque "faz sucesso". Educação é uma coisa que não se perde com o tempo, você ganha com o tempo e se com o passar dele você não a usa é porque nunca a adquiriu. Acho que seria mais digno para uma blogueira que DEPENDE de pessoas como eu e você pra fazer sucesso, ser um pouco mais educada, sensível ou qualquer coisa que não seja aquilo ali no recado acima, com pessoas que a pouco tempo ela era igual. Por que se uma blogueira faz sucesso, é por que ela divulgou seu trabalho e pessoas gostaram, correto?
O que custaria se ela apenas ignorasse? Excluísse ou na melhor das hipóteses respondesse: "olha não aceito divulgações". Não cairia o dedo, ninguém morreria.
Fiquei muito chateada mesmo com essa grosseria. Sempre achei que quando se lê, aprende-se alguma coisa com os livros, respeito, educação, valores que as pessoas deveriam ter.
Vejo cada dia mais que nem os livros salvam almas já perdidas.
Eve: Acho que tudo o que já deveria ser dito, a Gabi comentou. Não foi comigo, mas é como se fosse. Sinto muito por perceber que as pessoas passam a vida inteira confundido a sua liberdade de não gostar de divulgações com a ignorância. E, todos sabemos que o blog dela não já foi criado com 5 mil seguidores. Por conta dessas coisas que me recuso, às vezes, lidar com pessoas. Novamente digo: Sinto muito por essa falta de educação e espero que isso jamais aconteça a qualquer um dos leitores do blog.
Gabi: "Dê poder a uma pessoa e descubra quem ela é realmente"; Recebi essa mensagem hoje após enviar um recado de divulgação. É chato receber milhares desses recados? Para algumas pessoas, sim; eu particularmente gosto de conhecer blogs novos e não condeno as pessoas por fazerem essas divulgações, é super comum já que existem uma gama enorme de blogs por aí e acho que uma pessoa tem o direito de divulgar seu trabalho. Só acho que ninguém tem o direito de ser grosso e arrogante com outra pessoa só porque "faz sucesso". Educação é uma coisa que não se perde com o tempo, você ganha com o tempo e se com o passar dele você não a usa é porque nunca a adquiriu. Acho que seria mais digno para uma blogueira que DEPENDE de pessoas como eu e você pra fazer sucesso, ser um pouco mais educada, sensível ou qualquer coisa que não seja aquilo ali no recado acima, com pessoas que a pouco tempo ela era igual. Por que se uma blogueira faz sucesso, é por que ela divulgou seu trabalho e pessoas gostaram, correto?
O que custaria se ela apenas ignorasse? Excluísse ou na melhor das hipóteses respondesse: "olha não aceito divulgações". Não cairia o dedo, ninguém morreria.
Fiquei muito chateada mesmo com essa grosseria. Sempre achei que quando se lê, aprende-se alguma coisa com os livros, respeito, educação, valores que as pessoas deveriam ter.
Vejo cada dia mais que nem os livros salvam almas já perdidas.






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